Fique Ligado – O Prefeito e a cidadania

ProEnem 28 de setembro de 2016
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O Prefeito e a cidadania

Na sociedade, a escolha consciente de um candidato a Prefeito de sua cidade é uma demonstração de envolvimento com a melhor forma de gestão para o bem comum.  Em todo  município, o Prefeito, com o auxílio de seus secretários municipais, é quem cuida do bem-estar e do funcionamento da cidade como organismo social.

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O Prefeito é o chefe do Poder Executivo. Com um mandato com duração de 4 anos, reelegível a mais 4 anos, ele é o responsável por zelar pelo cumprimento da Lei Orgânica (Lei maior de um município), votada e fiscalizada pelos vereadores. Ela é o que podemos chamar de Constituição Municipal e tem como objetivo proporcionar melhorias para o município e seus habitantes.

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A responsabilidade fiscal praticada pelo Prefeito resulta diretamente do voto consciente por parte do eleitor, que assim está praticando sua cidadania ao se envolver com a manutenção da ordem em sua cidade. E, mais do que isso, exercendo seus direitos e deveres civis, políticos e sociais estabelecidos na Constituição do País.
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Um bom Prefeito reconhece a autoridade de seus eleitores e entende que o respeito e cumprimento das leis contribui para uma sociedade mais equilibrada e justa. E isso dá bastante trabalho, levando o dia a dia do Prefeito incluir uma série de atividades. A principal é governar a cidade de forma conjunta com os vereadores e administrar o município.

Mas sua ação não se limita a isso. Ele também sanciona e revoga leis, veta projetos inconstitucionais, apresenta projetos de Leis para a Câmara Municipal, nomeia e demite servidores, comanda os serviços públicos municipais e, sempre, busca ótimas alternativas de melhoria para os cidadãos, administrando os impostos municipais e aplicando esses recursos de forma otimizada.

Entretanto, nem sempre as coisas correm às mil maravilhas na relação entre o povo e seus governantes. De fato, todo aquele que ocupa um cargo elegível espelha o espírito predominante do povo que o escolhe. Por isso, quando a população se posiciona de maneira ingênua em relação à seleção de seu líder, acaba se comportando de maneira compatível com aqueles que critica e se torna responsável por seus erros.

O exercício da cidadania é muito mais do que protestar de maneira vazia. Ela começa com o nosso comportamento no dia a dia. Senão vejamos. Como um Prefeito pode manter a cidade limpa se as pessoas jogam lixo no chão? Vale a pena refletir sobre os hábitos comuns entre os habitantes de uma cidade para avaliar suas expectativas quanto à qualidade do governo de um Prefeito.

A vida em harmonia com o outro e a transformação de princípios e valores em atitudes que não beneficiam somente interesses individuais, mas também os interesses coletivos. Eles são o fundamento da cidadania e propiciam as condições para que qualquer governo seja bem-sucedido. Afinal, não existe, no mundo, Prefeito que consiga ser bem avaliado quando o povo que ele governa se comporta mal e não cuida do bem comum.
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Efetivamente é difícil julgar concepções de cidadania, mas é sempre possível aprender com o óbvio e o bom senso, além de conhecer as leis e princípios que servem de padrão para a formação de um conceito baseado em valores simples de vida em sociedade, como o respeito ao outro e à liberdade.
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Quando, por outro lado, praticamos uma visão de mundo egocêntrica, ou seja, ignoramos deliberadamente a existência de quem vive ao nosso redor, estamos na verdade falhando como cidadãos. E, pior, no momento em que transferimos essa culpa para terceiros, especialmente o Prefeito, falhamos duplamente, porque ignoramos a nossas escolhas como cidadãos e nos limitamos a valorizar pontos de vista individuais.

Muitos “cidadãos” que reclamam da ausência do Estado na verdade precisam encontrar um culpado para o fracasso que vivenciam, pois pagam impostos e acham que, por isso, devem ser servidos. Isso não é verdade! O Estado, por mais inoperante que possa ser em muitos momentos, apenas chancela as desgraças cotidianas que os maus cidadãos provocam.
Assim, ao escolher um candidato, é preciso usar de critérios consequentes, que busquem harmonia nas suas propostas e não radicalismo e soluções mágicas. Porque a falta de consciência de cada um e sua incapacidade de refletir sobre a natureza da sociedade tornam impossível uma orientação que busque o esclarecimento em relação a achismos e mitos. É preciso pensar a cidadania, com racionalidade, discernindo entre nossa função pessoal e a daquele que escolheremos para nos representar.

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